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Bibliotecas Digitais

From ladonordeste, 9 months ago Add as contact

Bibliotecas Digitais e Bibliotecas Escolares

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  1. Slide 1: Bibliotecas digitais Carlos Pinheiro © 2008
  2. Slide 2: Bibliotecas e tecnologia ao longo do tempo Efeitos na Biblioteca Biblioteca Biblioteca digital Generalização Biblioteca digitalizada Grandes Biblioteca on-line das bibliotecas bibliotecas informatizada públicas institucionais Biblioteca tempo Escrita Imprensa Revolução Industrial Comunicação Computador de dados à Computador distância pessoal e CD-ROM Internet Factores de impacto Carlos Pinheiro © 2008
  3. Slide 3: Bibliotecas digitais – “digital libraries” no + de 1 milhão de páginas Carlos Pinheiro © 2008
  4. Slide 4: Definições Segundo Leiner (1988), «Uma Biblioteca Digital é a colecção de serviços e de objectos de informação, com organização, estrutura e apresentação que suportam o relacionamento dos utilizadores com os objectos de informação, disponíveis directa ou indirectamente via meio electrónico/digital.» electrónico/digital Carlos Pinheiro © 2008
  5. Slide 5: Definições Dezenas de definições diferentes de “biblioteca digital”! Carlos Pinheiro © 2008
  6. Slide 6: Características de consenso 1. Acesso remoto (através de um PC ou outro dispositivo ligado a uma rede); 2. Utilização simultânea do mesmo documento por vários utilizadores; 3. Disponibilização em suporte digital de produtos e serviços de uma biblioteca física; Carlos Pinheiro © 2008
  7. Slide 7: Características de consenso 4. Acesso em linha a fontes externas de informação; 6. Utilização integrada de diversos suportes de registo de informação (texto, som, imagem, vídeo…); 5. Biblioteca pode não ser proprietária dos recursos disponibilizados; 7. Sistemas inteligentes de recuperação da informação. Carlos Pinheiro © 2008
  8. Slide 8: O que não é uma biblioteca digital? a) Biblioteca automatizada; b) Biblioteca tradicional com catálogo automatizado, com catálogo em linha (OPAC) na Internet; c) A Internet. d) O Google. Carlos Pinheiro © 2008
  9. Slide 9: Exemplos de bibliotecas digitais • Internet Public Library • Biblioteca Nacional Digital (BN-Portugal) • Library of Congress. American Memory • SciELO - Scientific electronic library online • Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro • New Zealand Digital Library • Google Books Library Project • Gallica – Biblioteca Nacional de França • Projecto Gutemberg Carlos Pinheiro © 2008
  10. Slide 10: Carlos Pinheiro © 2008
  11. Slide 11: Carlos Pinheiro © 2008
  12. Slide 12: Carlos Pinheiro © 2008
  13. Slide 13: Carlos Pinheiro © 2008
  14. Slide 14: Carlos Pinheiro © 2008
  15. Slide 15: Carlos Pinheiro © 2008
  16. Slide 16: Carlos Pinheiro © 2008
  17. Slide 17: Carlos Pinheiro © 2008
  18. Slide 18: Carlos Pinheiro © 2008
  19. Slide 19: Repositórios de acesso aberto em Portugal • Conferences - ISCTE - ISCTE •DigIPP Beta - Biblioteca Digital do IPP - Bibl. Central, Inst. Politécnico do Porto • Dited - Depósito de Dissertações e Teses Digitais - Biblioteca Nacional de Portugal • E3P - Espaço Electrónico de Engenharia em Portugal – Serv. Doc. Infor., Fac. Engª, U. Porto • e-Repository - Univ. Minho e TecMinho • ISCTE Repository - ISCTE • Journals ISCTE - ISCTE • PAM - Portuguese Archive of Mathematics CEOC, Univ. Aveiro • Papadocs - Depº Sist.Inform., Univ. Minho • Repositório Científico da Universidade de Évora- Univ. Évora • RepositóriUM - Univ. Minho • RODA (Repositório de Objectos Digitais Autênticos) - Direcção-Geral de Arquivos • SciELO Portugal - Observatório da Ciência e do Ensino Superior • SinBAD - Univ. Aveiro • Wildlife Biology in Practice - SPVS (Portuguese Wildlife Society) • Wildrepositorium - SPVS (Portuguese Wildlife Society) Carlos Pinheiro © 2008
  20. Slide 20: Objectos da Biblioteca Digital • Artefactos digitalizados – Objectos com existência física digitalizados por meios mecânicos. Ex.: transposição para .pdf de um documento Numa hora apenas, este dispositivo consegue digitalizar impresso, conversão 500 páginas (manualmente, de VHS para DVD. uma pessoa com alguma prática é capaz de conseguir digitalizar uma média de 100 Carlos Pinheiro páginas por hora). © 2008
  21. Slide 21: Objectos da Biblioteca Digital • Artefactos digitais (concebidos originalmente em formato digital) – Critérios a respeitar: • Usabilidade (simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado). • Scannability (escrever para ler no ecrã) Carlos Pinheiro © 2008
  22. Slide 22: Objectos da Biblioteca Digital • Artefactos digitais que simulam o mundo físico (Realidade Virtual, interactividade, 3D): (representação tridimensional de uma escultura, de um edifício ou de uma paisagem; recriação virtual de ambientes históricos; etc.). Carlos Pinheiro © 2008
  23. Slide 23: Vantagens da biblioteca digital • Textos digitais: podem ser facilmente actualizados, copiados, distribuídos, convertidos em novos formatos. • Conteúdos hipertextuais (clicáveis). • Indexação: textos podem ser indexados por palavras, em várias línguas e podem cobrir vários documentos. • Redução de custos (aquisição, armazenamento, pessoal, preservação). • Pesquisa e acesso facilitados (pesquisa nos conteúdos e não apenas metadados). • Trabalho em rede e partilha de recursos (apontadores para recursos externos, outras BD). Carlos Pinheiro © 2008
  24. Slide 24: Vantagens da biblioteca digital • Materiais raros, especialmente antigos ou de domínio público, podem ser disponibilizados via BD. Cópias da Bíblia de Gutenberg estão disponíveis, por exemplo, na British Library http://www.bl.uk/treasures/gutenberg/homepage.html • Acesso remoto: já não é necessário ir à biblioteca; recursos e informações podem ser consultados de qualquer lugar do mundo, via Internet, sem necessidade de nos deslocarmos. • Acesso simultâneo: um número ilimitado de pessoas podem aceder ao mesmo recurso, mesmo ler a mesma página do mesmo texto, simultaneamente. • Acesso 24/7: com a Internet, a BD está disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana. Carlos Pinheiro © 2008
  25. Slide 25: Vantagens da biblioteca digital • Preservação dos originais: materiais em risco e frágeis podem ser consultados via Web sem causar problemas para os originais. Ex: Advanced Papyrological Information System http://sunsite.berkeley.edu/APIS/ • Confiabilidade: BD sem os problemas comuns das bibliotecas tradicionais: livro emprestado, fora do lugar, página rasgada, falta do fascículo do periódico. O item sempre estará disponível na BD, via web. • Usabilidade: Ajuda a utilizadores portadores de deficiência: – Sem limitações físicas – Manipular a informação para seu melhor entendimento. Carlos Pinheiro © 2008
  26. Slide 26: Vantagens da biblioteca digital
  27. Slide 27: Desvantagens da biblioteca digital • Preservação da informação da biblioteca digital: os suportes ópticos tem uma vida útil curta. • Obsolescência dos equipamentos e programas informáticos; • Grau de confiabilidade da informação; • Impossibilidade de digitalizar todos os materiais com a tecnologia actual. Carlos Pinheiro © 2008
  28. Slide 28: Desvantagens da biblioteca digital • Lentidão na transmissão de dados; • Tecnologias muito dispendiosas; • Interfaces pouco amigáveis; • Segurança; • Direitos de autor; • Dependência total da tecnologia. Carlos Pinheiro © 2008
  29. Slide 29: Novas ferramentas para as BD Biblioteca 2.0 Web 2.0 Novo paradigma da Internet – O utilizador como criador de conteúdos: • Utilizador participativo • Software social • Inteligência colectiva – Descentração dos conteúdos Carlos Pinheiro © 2008
  30. Slide 30: Biblioteca 2.0 • Web 2.0 – Redes sociais (weblogs, fotologs, Orkut); – Wikis - Conteúdo colaborativo e/ou participativo; – Folksonomias (del.icio.us, flickr, youTube) - O utilizador organiza o próprio conteúdo); – Rating (avaliação pelos pares); – Novas tecnologias (XML, RSS - permite ver conteúdo de vários sítios numa única página) Carlos Pinheiro © 2008
  31. Slide 31: Biblioteca 2.0 • Redes de pessoas e não de máquinas Carlos Pinheiro © 2008
  32. Slide 32: Carlos Pinheiro © 2008
  33. Slide 33: Biblioteca 2.0 • Rumos da Biblioteca 2.0 – Serviços centrados no utilizador; – BD personalizável, adaptável às necessidades de informação – Aproveitar a experiência colectiva; – Dinamismo/versatilidade; – Dar ao utilizador um papel de colaborador nos conteúdos (comentar, avaliar, enriquecer, indexar recursos, tags, etc.; – Mudança de mentalidade, não de tecnologia. Carlos Pinheiro © 2008
  34. Slide 34: Biblioteca 2.0 - Princípios Paul Miller e Ken Chad 2005 • A biblioteca está em todo o lado: – Disponível no ponto de necessidade; – Ir onde os utilizadores estão. • A biblioteca não tem barreiras: – Não há barreiras entre o utilizador e a informação. • A biblioteca convida à participação: – Blogues, wikis, etiquetar e comentar no catálogo, etc.; • A biblioteca usa sistemas flexíveis, os melhores no seu ramo: – O OPAC feito de pequenas peças levemente agregadas; – Serviços, modulares e interoperáveis. Carlos Pinheiro © 2008
  35. Slide 35: Carlos Pinheiro © 2008
  36. Slide 36: Carlos Pinheiro © 2008
  37. Slide 37: Carlos Pinheiro © 2008
  38. Slide 38: Como criar uma biblioteca escolar digital • Identificar as razões principais que presidem ao projecto – Armazenar/organizar/disponibilizar recursos. – Melhorar e aumentar o acesso – Preservação de originais – Interligação de recursos… ) • Definir: – Requisitos técnicos, – Padrões de descrição, indexação e pesquisa – Estratégias de preservação dos recurso Carlos Pinheiro © 2008
  39. Slide 39: Como criar uma biblioteca escolar digital • Estabelecer uma política de selecção de materiais a digitalizar ou a disponibilizar em formato electrónico tendo em conta: – objectivos da biblioteca; – valor intrínseco do recurso (valor informacional) e extrínseco (contextual); – público-alvo; – custos associados; – relação custo/benefício; – segurança de pessoas e instituições; – direitos de autor; – previsões de utilização; Carlos Pinheiro © 2008
  40. Slide 40: Como criar uma biblioteca escolar digital Outros aspectos a considerar: • Constituir uma equipa de diferentes valências. • Envolver no projecto as estruturas pedagógicas e de gestão da escola. • Definir a estrutura informática: equipamentos, formas de acesso, software. • Elaborar e fazer aprovar orçamento. • Calendarizar. • Avaliar. Carlos Pinheiro © 2008