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Amadeo de Souza
Cardoso
Ciclo vital:
Nasceu a 14 de Novembro de
1887, em Manhufe, freguesia de
Mancelos, concelho de Amarante.
Morre em Espinho, a 25 de
Outubro, vítima da "pneumónica"
ou "gripe espanhola", Amadeo
Ferreira de Souza Cardoso, foi
por muitos considerado o
primeiro Modernista português.
    
Obra:
Amadeo de Sousa Cardoso desde cedo
demonstrou a sua queda para a pintura sendo
exemplo disso os Pierrot pintados quando
tinha dez anos, mas a familia preferia que ele
seguisse arquitectura, daí que em 1905 o
tenham matriculado na universidade de belas
artes de Lisboa.
Em Paris, para onde parte no dia em que
fez 19 anos, como forma de aperfeiçoar a sua
pintura vai frequentar academias.
      No entanto nesta primeira fase, ainda
sobressai o seu talento como caricaturista. É
em 1910 que Amadeo começa a revelar-se
como pintor demonstrando nalgumas das
suas obras um grande talento.
     
Torna-se amigo de Amadeo Modigliani
expondo os dois em conjunto no atlier de
Amadeo de Souza Cardoso em 1911, aliás
Modigliani viria a ser uma das principais
influências na obra de Amadeo de Souza
Cardoso.
     
Na procura de novas formas artísticas,
Amadeo percorreu várias tendências:
Cubismo, Futurismo, Dadaísmo,
Expressionismo são algumas das correntes
que vão marcar a sua obra.
      
     
Regressa à sua terra Manhufe devido ao
deflagrar da 1º Guerra Mundial onde vai continuar
a pintar e a marcar a cultura em Portugal, exemplo
disso são as duas exposições individuais com mais
de 100 quadros que realiza em 1916 no Porto e em
Lisboa e a colaboração na Revista "Portugal
Futurista" ao lado de Fernando Pessoa e Almada
Negreiros. Aliás é com Almada e outros que
Amadeo vai cair no Movimento Futurista
Português.
Terra:
Manhufe pertence à freguesia de
Mancelos que dista nove quilómetros de
Amarante, sendo uma das mais importantes
freguesias do Concelho com os seus 3245
habitantes (1991) e uma área de 1701 (ha).
Delimitam-na as freguesias de Figueiró
(Santiago e Santa Cristina ), Travanca, Real,
Fregim, Freixo de Baixo e Freixo de Cima.
     
Terra com grandes potencialidades
turísticas, agrícolas e industriais. Quanto ao
património destacam-se o Mosteiro de
Mancelos (monumento nacional).
Construído no século XII, a Igreja Matriz,
dedicada a S. Martinho, de estilo românico
de meados do século XIII, bem como a Casa
de Manhufe, residência da família SouzaCardoso e a Casa do Ribeiro, atelier de
Amadeo de Souza-Cardoso.
      
Roteiro Biográfico

1887 1905  1907 1909 1911 1913 1915 1917          
               
            1906 1908 1910 1912 1914 1916 1918
1887
      Nasce Amadeo Ferreira de
Souza-Cardoso a 14 de
Novembro, em Manhufe
freguesia de Mancelos, concelho
de Amarante, filho de José
Emygdio de Souza-Cardoso, e
de Emília Cândida Ferreira
Cardoso.
1905
      Amadeo vai para Lisboa
frequentar a Academia de
Belas Artes com o objectivo de
seguir o curso de Arquitectura.
      Inicia uma aprendizagem de
desenhador e caricaturista,
apoiado por Manuel Laranjeira
seu amigo.
1906
      Parte a 14 de Novembro
para Paris, no dia em que
completa 19 anos.
      Instala-se no Boulevard de
Montparnasse.
      Frequenta ateliers de
preparação no Boulevard
Raspail para o concurso à escola
de Belas-Artes com o objectivo
de cursar Arquitectura.
1907
      Estuda Arquitectura, frequentando
os ateliers de Godefroy e de Freynet,
mas acaba por desistir do curso, mais
interessado em desenvolver uma
actividade de desenhador e caricaturista.
      Em Junho habita o nº 33 da Rue
Denfert-Rochereau, à beira de
Montparnasse, onde começa a dedicarse à pintura.
 1908
      Aluga o estúdio nº21, no nº 14,
da Rue Cité Falguière que se torna
um dos principais centros de
reunião de artistas portugueses em
Paris.
      Conhece Lucia Pecetto.
1909
      Instala- se num estúdio contíguo
ao de Gertrude Stein, no nº 27 da
Rue des Fleurus.
      Conhece Amadeo Modigliani.
1910
      Amadeo manifesta grande
entusiasmo pela pintura dos
primitivos.
      Torna- se amigo de Modigliani .
1911
      Expõe em Abril, seis
trabalhos no XXVII Salon des
Indépendants, em Paris.
      Muda o seu atelier para o nº 3
da Rue Colonel Combes, perto do
Quai D'Orsay, onde no Outono
expõe com Modigliani.
      Relaciona- se com Juan Gris,
Max Jacob, Sonia e Robert
Delaunay, Brancusi entre
outros.
 1912
      Em Agosto publica em Paris o
álbum XX Dessins.
      Expõe, três trabalhos no XXVIII
Salon des Indépendants, e no X
salon d'Automne, também três
trabalhos.
      É convidado por Walter Pach a
participar na primeira grande
exposição de arte moderna nos
Estados Unidos.
1913
      Em Fevereiro, participa com oito
trabalhos no Armory Show, em Nova
Yorque, exposição que se repete em
Chicago e Boston.
      No final do Verão muda o seu atelier
para o nº 20 da Rue Ernest-Cresson, em
Montparnasse.
      Expõe em Setembrono no I Salão de
Outono de Berlim, exposição colectiva
organizada pela Galeria Der Sturm. É
aqui que conhece o pintor alemão Otto
Freundlich.
1914
      Amadeo muda- se para o 38 bis da Rue
Bouland / Vile Louvat.
      Algumas das suas obras são reproduzidas no
livro de Arthur Jerome Eddy, Cubist and Post
Impressionism.
      No Verão encontra- se em Barcelona com o
arquitecto catalão António Gaudi e visita o seu
amigo, o escultor Sola.
      Surpreendido pela 1ª Guerra Mundial em
Espanha, regressa a Portugal, instalando- se
na quinta de Manhufe.
      Amadeo de Souza Cardoso casa com Lucia
Pecetto na cidade do Porto.
1915
    
  Amadeo continua a pintar
em Manhufe, na Casa do
Ribeiro - Atelier - e na época
de Verão, em Espinho.
      Tem contactos frequentes e
troca correspondência com
Sonia e Robert Delaunay e
Eduardo Viana instalados em
Vila do Conde.
1916
      Encontros em Lisboa com
Almada Negreiros e o grupo do
Orpheu.
      Expõe em Novembro no Porto,
no Salão do Jardim Passos Manuel
cento e catorze obras, exposição
que tem por título
Abstraccionismo.
      No mês seguinte repete a
exposição em Lisboa, nas salas da
Liga Naval no Palácio de
Calhariz.
1917
      Reprodução de três obras suas, in Portugal
Futurista.
      Almada Negreiros dedica- lhe o livro K4 o
quadrado azul.
1918
      Morre em Espinho, a 25 de
Outubro, vítima da "pneumónica" ou
"gripe espanhola", Amadeo Ferreira
de Souza Cardoso, por muitos
considerado o primeiro Modernista
português.
Cubismo
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Amadeo de Souza Cardoso, pioneiro modernista português

  • 2. Ciclo vital: Nasceu a 14 de Novembro de 1887, em Manhufe, freguesia de Mancelos, concelho de Amarante. Morre em Espinho, a 25 de Outubro, vítima da "pneumónica" ou "gripe espanhola", Amadeo Ferreira de Souza Cardoso, foi por muitos considerado o primeiro Modernista português.     
  • 3. Obra: Amadeo de Sousa Cardoso desde cedo demonstrou a sua queda para a pintura sendo exemplo disso os Pierrot pintados quando tinha dez anos, mas a familia preferia que ele seguisse arquitectura, daí que em 1905 o tenham matriculado na universidade de belas artes de Lisboa.
  • 4. Em Paris, para onde parte no dia em que fez 19 anos, como forma de aperfeiçoar a sua pintura vai frequentar academias.       No entanto nesta primeira fase, ainda sobressai o seu talento como caricaturista. É em 1910 que Amadeo começa a revelar-se como pintor demonstrando nalgumas das suas obras um grande talento.      
  • 5. Torna-se amigo de Amadeo Modigliani expondo os dois em conjunto no atlier de Amadeo de Souza Cardoso em 1911, aliás Modigliani viria a ser uma das principais influências na obra de Amadeo de Souza Cardoso.      
  • 6. Na procura de novas formas artísticas, Amadeo percorreu várias tendências: Cubismo, Futurismo, Dadaísmo, Expressionismo são algumas das correntes que vão marcar a sua obra.             
  • 7. Regressa à sua terra Manhufe devido ao deflagrar da 1º Guerra Mundial onde vai continuar a pintar e a marcar a cultura em Portugal, exemplo disso são as duas exposições individuais com mais de 100 quadros que realiza em 1916 no Porto e em Lisboa e a colaboração na Revista "Portugal Futurista" ao lado de Fernando Pessoa e Almada Negreiros. Aliás é com Almada e outros que Amadeo vai cair no Movimento Futurista Português.
  • 8. Terra: Manhufe pertence à freguesia de Mancelos que dista nove quilómetros de Amarante, sendo uma das mais importantes freguesias do Concelho com os seus 3245 habitantes (1991) e uma área de 1701 (ha). Delimitam-na as freguesias de Figueiró (Santiago e Santa Cristina ), Travanca, Real, Fregim, Freixo de Baixo e Freixo de Cima.      
  • 9. Terra com grandes potencialidades turísticas, agrícolas e industriais. Quanto ao património destacam-se o Mosteiro de Mancelos (monumento nacional). Construído no século XII, a Igreja Matriz, dedicada a S. Martinho, de estilo românico de meados do século XIII, bem como a Casa de Manhufe, residência da família SouzaCardoso e a Casa do Ribeiro, atelier de Amadeo de Souza-Cardoso.       
  • 11. 1887       Nasce Amadeo Ferreira de Souza-Cardoso a 14 de Novembro, em Manhufe freguesia de Mancelos, concelho de Amarante, filho de José Emygdio de Souza-Cardoso, e de Emília Cândida Ferreira Cardoso.
  • 12. 1905       Amadeo vai para Lisboa frequentar a Academia de Belas Artes com o objectivo de seguir o curso de Arquitectura.       Inicia uma aprendizagem de desenhador e caricaturista, apoiado por Manuel Laranjeira seu amigo.
  • 13. 1906       Parte a 14 de Novembro para Paris, no dia em que completa 19 anos.       Instala-se no Boulevard de Montparnasse.       Frequenta ateliers de preparação no Boulevard Raspail para o concurso à escola de Belas-Artes com o objectivo de cursar Arquitectura.
  • 14. 1907       Estuda Arquitectura, frequentando os ateliers de Godefroy e de Freynet, mas acaba por desistir do curso, mais interessado em desenvolver uma actividade de desenhador e caricaturista.       Em Junho habita o nº 33 da Rue Denfert-Rochereau, à beira de Montparnasse, onde começa a dedicarse à pintura.
  • 15.  1908       Aluga o estúdio nº21, no nº 14, da Rue Cité Falguière que se torna um dos principais centros de reunião de artistas portugueses em Paris.       Conhece Lucia Pecetto.
  • 16. 1909       Instala- se num estúdio contíguo ao de Gertrude Stein, no nº 27 da Rue des Fleurus.       Conhece Amadeo Modigliani.
  • 17. 1910       Amadeo manifesta grande entusiasmo pela pintura dos primitivos.       Torna- se amigo de Modigliani .
  • 18. 1911       Expõe em Abril, seis trabalhos no XXVII Salon des Indépendants, em Paris.       Muda o seu atelier para o nº 3 da Rue Colonel Combes, perto do Quai D'Orsay, onde no Outono expõe com Modigliani.       Relaciona- se com Juan Gris, Max Jacob, Sonia e Robert Delaunay, Brancusi entre outros.
  • 19.  1912       Em Agosto publica em Paris o álbum XX Dessins.       Expõe, três trabalhos no XXVIII Salon des Indépendants, e no X salon d'Automne, também três trabalhos.       É convidado por Walter Pach a participar na primeira grande exposição de arte moderna nos Estados Unidos.
  • 20. 1913       Em Fevereiro, participa com oito trabalhos no Armory Show, em Nova Yorque, exposição que se repete em Chicago e Boston.       No final do Verão muda o seu atelier para o nº 20 da Rue Ernest-Cresson, em Montparnasse.       Expõe em Setembrono no I Salão de Outono de Berlim, exposição colectiva organizada pela Galeria Der Sturm. É aqui que conhece o pintor alemão Otto Freundlich.
  • 21. 1914       Amadeo muda- se para o 38 bis da Rue Bouland / Vile Louvat.       Algumas das suas obras são reproduzidas no livro de Arthur Jerome Eddy, Cubist and Post Impressionism.       No Verão encontra- se em Barcelona com o arquitecto catalão António Gaudi e visita o seu amigo, o escultor Sola.       Surpreendido pela 1ª Guerra Mundial em Espanha, regressa a Portugal, instalando- se na quinta de Manhufe.       Amadeo de Souza Cardoso casa com Lucia Pecetto na cidade do Porto.
  • 22. 1915        Amadeo continua a pintar em Manhufe, na Casa do Ribeiro - Atelier - e na época de Verão, em Espinho.       Tem contactos frequentes e troca correspondência com Sonia e Robert Delaunay e Eduardo Viana instalados em Vila do Conde.
  • 23. 1916       Encontros em Lisboa com Almada Negreiros e o grupo do Orpheu.       Expõe em Novembro no Porto, no Salão do Jardim Passos Manuel cento e catorze obras, exposição que tem por título Abstraccionismo.       No mês seguinte repete a exposição em Lisboa, nas salas da Liga Naval no Palácio de Calhariz.
  • 24. 1917       Reprodução de três obras suas, in Portugal Futurista.       Almada Negreiros dedica- lhe o livro K4 o quadrado azul.
  • 25. 1918       Morre em Espinho, a 25 de Outubro, vítima da "pneumónica" ou "gripe espanhola", Amadeo Ferreira de Souza Cardoso, por muitos considerado o primeiro Modernista português.